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Ilustrador de Persona 1 Nega que Protagonista seja Queer

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Ilustrador de Persona 1 Nega que Protagonista seja Queer

Kaneko Kazuma atualmente com 61 anos é um famoso artista que ficou muito popular por conta de seu trabalho na Atlus, mais precisamente na série Shin Megami Tensei. E um dos games que Kaneko Kazuma trabalhou foi o primeiro Persona de 1996.

Para o primeiro Persona Kaneko Kazuma trabalhou como o diretor de arte e foi ele que fez os designers dos personagens e dos demônios que aparecem no game.

Kaneko Kazuma também é bem ativo em seu Twitter, sempre respondendo pergunta de seus fãs e uma recente pergunta deixou a galera em polvorosa.

Uma pessoa perguntou:

“Você fez o protagonista de Persona 1 parecer intencionalmente queer porque ele foi pensado para ser um personagem para o jogador se projetar, permitindo que tanto homens quanto mulheres se colocassem no lugar dele?

Ou havia outro motivo por trás dessa escolha de design? E… ele está usando algum tipo de batom?”

Abaixo o visual do protagonista de Persona 1:

Ilustrador de Persona 1 Nega que Protagonista seja Queer

Bom, eu não fazia ideia de que tinha gente achando que o protagonista de Persona 1 seria queer, mas vamos ver o que Kaneko disse?

“Eu não pensei tão profundamente nisso. A pessoa que usei como modelo era um ídol que, além de ser muito bonito (com um visual másculo), também tinha uma beleza limpa e refrescante. Então apenas achei que seria bom retratá-lo dessa forma.”

Ilustrador de Persona 1 Nega que Protagonista seja Queer

Basicamente o que Kaneko disse é “Não”, ele apenas baseou a aparência do protagonista de Persona 1 em um Idol da época (e que segundo o próprio Kaneko era masculo), nada de ter pensado se ele era gay ou algo do tipo, apenas por ser maneiro mesmo.

Essa resposta fez várias pessoas criticarem a pessoa que fez a pergunta, confira algumas reações:

  • “Fãs ocidentais: ‘Personagem X é queer’, designer japonês: ‘fiz assim porque é maneiro'”
  • “Para ser justo, idols homens japoneses dos anos 90 realmente se vestiam assim”
  • “Estamos perdendo o conceito de bishounen.”
  • “Eu sempre achei que Persona era um drama de amadurecimento sobre estudantes japoneses do ensino médio (como aqueles dos anos 80 e 90). Se aparecesse um cara careca, fortão e durão nesse tipo de história, simplesmente não pareceria certo.”
  • “Os “fãs” ocidentais de hoje em dia não são inteligentes o suficiente para entender o conceito de bishounen.”
  • “Eu adoro como a resposta acaba sendo sempre algo simples kkk. Os fãs realmente viajam demais.”
  • “Gosto de como, às vezes, as coisas são muito mais simples do que parecem. Nem tudo tem um significado super profundo ou uma história oculta por trás. Às vezes é simplesmente: “Pô, o cara era bonito. Só isso.””
  • “Se um personagem baseado no Tomoya Nagase está sendo chamado de “queer” ou “andrógino” por estrangeiros, então talvez todos os homens japoneses pareçam queer para eles.”
  • “Nem uma única vez — nem por um segundo sequer — desde o lançamento do jogo, quando eu era completamente obcecado por ele, até hoje, eu achei que ele tivesse uma aparência queer…”
  • “Eu até entendo por que algumas pessoas dizem que ele tem um ar meio queer, e o fato de ele ter sido baseado no Nagase-kun só faz esse design ficar perfeito demais…”

É isso!