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Fate/Strange Fake: A Origem da Lenda da Chapeuzinho Vermelho de Ayaka Sajyou

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Ayaka de Fate/Strange Fake

Muita gente que acompanha Fate/strange Fake talvez não saiba, mas a história de Chapeuzinho Vermelho ligada à protagonista Ayaka Sajyou não surgiu do nada! Na verdade, ela tem suas raízes em uma antiga lenda urbana apresentada em Fate/hollow ataraxia, outra obra da franquia Fate.

O autor de Fate/strange Fake, Ryohgo Narita, resgatou essa história e a expandiu, transformando-a em uma parte importante do enredo de Strange Fake. E tem um detalhe interessante: como Fate/hollow ataraxia ainda não recebeu uma adaptação em anime, muitos fãs que conhecem Fate apenas pelas animações provavelmente nunca tiveram contato com essa história.

Vamos entender como essa conexão funciona e o que mudou entre as duas versões!

A lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho em Fate/hollow ataraxia

Em Fate/hollow ataraxia, a história aparece como uma lenda urbana de terror de Fuyuki, apresentada originalmente por Ayako Mitsuzuri. Conhecida como “Chapeuzinho Vermelho dos Apartamentos Semina”, ela conta um caso bastante macabro.

Fate Strange Fake: Como a lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho foi expandida para o cânone

Na história, o chamado “Senhor A” é um jovem universitário que vive isolado. Certa madrugada, sua vizinha, uma garotinha que sempre usa um capuz vermelho, bate desesperadamente à sua porta depois que seus pais cometem suicídio.

Assustado e com medo de se envolver na situação, ele decide ignorar os pedidos de ajuda da menina. O resultado é trágico: ela acaba morrendo no corredor do prédio, e seu espírito passa a assombrar o local, levando o universitário à loucura.

É uma daquelas histórias de terror que parecem simples à primeira vista, mas que ganham outro significado quando conhecemos a conexão com Fate/strange Fake.

Fate Strange Fake: Como a lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho foi expandida para o cânone

Como Fate/strange Fake mudou a história da Chapeuzinho Vermelho

Em Fate/strange Fake, Ryohgo Narita aproveitou a lenda apresentada em hollow ataraxia, mas acrescentou revelações que mudam bastante a forma como entendemos os acontecimentos.

A história deixa de ser apenas um conto assustador de Fuyuki e passa a ter uma ligação direta com a identidade de Ayaka Sajyou e sua participação na Guerra do Santo Graal.

1. O misterioso “Senhor A” era, na verdade, uma mulher

Fate Strange Fake: Como a lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho foi expandida para o cânone

A primeira grande diferença é que a pessoa conhecida como “Senhor A” era, na realidade, uma estudante universitária.

Em Fate/hollow ataraxia, a personagem é apresentada com uma voz masculina porque essa era a forma como Ayako Mitsuzuri imaginava a figura ao contar a lenda. Ou seja, a versão conhecida pelos jogadores da visual novel não revelava necessariamente a verdadeira identidade da pessoa envolvida.

Essa mudança já altera bastante a interpretação da história, mas a segunda revelação é ainda mais importante!

2. Ela abriu a porta para a Chapeuzinho Vermelho

Fate Strange Fake: Como a lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho foi expandida para o cânone

Na versão da lenda contada em Fate/hollow ataraxia, a pessoa que estava dentro do apartamento simplesmente não reage aos pedidos de socorro da menina, por medo de se envolver.

Em Fate/strange Fake, porém, descobrimos que a situação era diferente: a estudante estava sob um feitiço de hipnose lançado pela verdadeira Ayaka Sajyou e, por isso, abriu a porta para acolher a Chapeuzinho Vermelho.

E aqui vem outro detalhe importante: a menina não era uma criança comum, mas sim um homúnculo.

Fate Strange Fake: Como a lenda urbana da Chapeuzinho Vermelho foi expandida para o cânone

É justamente a fusão entre a estudante universitária, conhecida como Pessoa A, e a Chapeuzinho Vermelho que dá origem a uma cópia física e mental de Ayaka Sajyou.

Essa versão de Ayaka acaba envolvida na Guerra do Santo Graal de Fate/strange Fake, participando do conflito como mestre de Richard I, o Saber.

Para quem acompanha a franquia apenas pelos animes, essa conexão é um ótimo exemplo de como as diferentes obras de Fate podem compartilhar elementos e expandir histórias que, originalmente, pareciam ser apenas detalhes de fundo.