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Escândalo do Manga One: Shogakukan Anuncia Política de Direitos Humanos na Empresa

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Escândalo do Manga One: Shogakukan Anuncia Política de Direitos Humanos na Empresa

O caso envolvendo o escândalo do Manga One da editora Shogakukan ganhou novos desdobramentos e está gerando forte repercussão no Japão. A editora anunciou oficialmente a criação de um comitê independente para investigar o problema envolvendo o aplicativo de mangá Manga One e decisões controversas relacionadas a um autor.

Escândalo do Manga One: O que Aconteceu

A empresa Shogakukan informou no dia 19 de março que decidiu, em reunião extraordinária, estabelecer um comitê externo para apurar os fatos envolvendo o aplicativo Manga One.

O problema gira em torno do autor Shoichi Yamamoto, conhecido por obras como “Daten Sakusen”. Foi revelado que a editora tinha conhecimento de um histórico criminal do autor relacionado a um crime que ele cometeu ao abusar de sua aluna menor de idade, mas mesmo assim ele teria sido contratado novamente sob um pseudônimo para trabalhar em outra obra (imagem abaixo):

Autor de Act Age volta a Publicar sob Pseudonimo e gera nova polemica no Manga One 2

A situação gerou críticas intensas de artistas, leitores e profissionais da indústria, principalmente após a revelação de que membros da equipe editorial participaram de negociações relacionadas ao caso.

Comitê Independente vai Investigar o Caso

Segundo a Shogakukan, o comitê terá como principais funções:

  • Investigar os fatos do caso
  • Verificar se existem situações semelhantes no passado
  • Analisar as causas do problema
  • Propor medidas para evitar novos incidentes

O comitê será liderado por Toshihiko Itami, ex-promotor de alto nível no Japão, atualmente atuando como advogado. Outros dois advogados também participarão da investigação.

A empresa afirmou que irá cooperar totalmente com as investigações e que pretende divulgar os resultados respeitando a privacidade das partes envolvidas.

Nova Política de Direitos Humanos

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Além da criação do comitê, a empresa também anunciou uma nova diretriz chamada “Política de Direitos Humanos da Shogakukan”. O objetivo é reforçar o compromisso com práticas éticas e responsabilidade social dentro da indústria editorial.

Entre os pontos destacados estão:

  • Proibição de assédio
  • Proteção dos direitos das crianças
  • Medidas para lidar com violações de direitos humanos
  • Programas contínuos de educação para funcionários

A Shogakukan declarou que pretende revisar regularmente essas políticas e divulgar seus avanços de forma transparente. Vamos ver o que vai rolar com o tempo né.