Conexões de Crime, Práticas Abusivas Vêm à Luz no Yoshimoto Kogyo Entertainment em Escândalo da Agência

Conexões de Crime, Práticas Abusivas Vêm à tona no Yoshimoto Kogyo Entertainment em Escândalo da Agência

O maior grupo de entretenimento do Japão Yoshimoto Kogyo foi abalado depois que vários comediantes Yoshimoto admitiram que receberam dinheiro e participaram de festas realizadas por um sindicato do crime organizado em 2014. O presidente da empresa, Akihiko Okamoto admitiu as conexões criminais da empresa em uma entrevista coletiva na Terça-Feira. onde ele também admitiu que inicialmente havia pressionado os comediantes a não falar sobre o assunto.

Desde a coletiva de imprensa, vários talentos da Yoshimoto se manifestaram publicamente sobre as práticas abusivas e o assédio de poder que vivenciaram na agência. Okamoto disse que ele aceitaria um corte salarial de 50% por um ano como uma indicação de seu remorso. Ele prometeu cortar os laços com os grupos criminosos e melhorar a transparência e o apoio dentro da empresa.

O escândalo da Yoshimoto trouxe preocupações sobre as conexões do governo da empresa e o financiamento público. Em Abril, a agência anunciou que estava se aventurando em streaming de vídeo educativo em parceria com a Nippon Television Network (a Nippon Television Holdings, dona da NTT, também possui ações da Yoshimoto). O empreendimento recebeu até 10 bilhões de ienes (R$347,290,000) em financiamento do fundo Cool Japan do governo, que é usado para promover a capital comercial das indústrias culturais do país, como anime e mangá.

O político Takuya Hirai, ministro de Estado do “Cool Japan”, disse que Yoshimoto era uma das empresas de destaque no conteúdo do Cool Japan e que “espera ver todo o peso da lei e da prestação de contas” em vigor. A Fair Trade Commission também indicou que era “um problema” que Yoshimoto não tivesse contratos escritos com seu talento.

Os problemas da Yoshimoto surgiram em meio a preocupações de que a Johnny & Associates Talent Agency, outro grande grupo de entretenimento, estivesse potencialmente pressionando as emissoras de TV a reduzir a cobertura de três ex-membros da popular boyband SMAP. A Comissão de Comércio Justo publicou uma advertência à Johnny’s sobre a possível violação da Lei Antimonopólio.

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