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Autora é Chamada pela Polícia para Explicar Crime Real igual ao seu Roteiro

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Autora é Chamada pela Polícia para Explicar Crime Real igual ao seu Roteiro

Imagine a situação, você trabalha escrevendo, você escreve romances, escreve para animes, escreve roteiros para viver, dai um dia a policia aparece na sua vida e diz que quer que você testemunhe, e a razão? Alguém comenteu um crime exatamente igual em um dos roteiros que você escreveu.

Isso ocorreu neste mês com a roteirista e escritora Hiroko Fukuda.

Autora é Chamada pela Polícia para Explicar Crime Real igual ao seu Roteiro

A roteirista revelou que foi chamada para depor após um crime violento apresentar um método praticamente idêntico ao que ela havia criado em um de seus roteiros. O conceito de crimes inspirados em obras fictícias não é novo, especialmente em histórias de mistério, mas ver isso acontecer na vida real é algo raro e perturbador.

Roteirista e Chamada pela Policia para Explicar Crime Real igual ao seu Roteiro

Segundo ela, o momento foi assustador. Ao receber o contato da polícia, imaginou até mesmo a possibilidade de ser injustamente acusada. Durante o processo, precisou apresentar álibis e explicar detalhadamente como havia criado o tal “truque” usado no roteiro. Para os investigadores, existia a chance de que a ideia pudesse levar a pistas sobre o verdadeiro criminoso.

“Houve um caso de um crime violento que era extremamente parecido com o truque de assassinato que eu escrevi em um roteiro, então fui chamada para depor com um detetive. Naquele momento, fiquei com tanto medo que cheguei a imaginar que seria presa, carregaria uma culpa injusta e passaria o resto da vida na prisão…

Mas, depois de duas sessões de depoimento em um restaurante familiar, no final ainda ganhei um chaveiro do mascote da polícia.”

Roteirista é Chamada pela Polícia para Explicar Crime Real igual ao seu Roteiro

Apesar da tensão inicial, os encontros com os detetives aconteceram de forma tranquila, inclusive em um restaurante familiar. Com o tempo, a situação ficou mais leve, e a roteirista revelou que os policiais chegaram a perguntar se ela teria alguma sugestão que pudesse ajudá-los a pegar o criminoso e ela disse que começou a compartilhar suas próprias teorias sobre o caso, entrando no clima de investigação como se estivesse dentro de uma de suas histórias.

Hiroko Fukuda disse que os detetives que a interrogaram foram muito gentis, e que eles perguntam em que tipo de situação ela pensou naquela ideia do crime para o roteiro.

Bom, é isso, eu não sei exatamente qual é o crime em questão e eu não vi se ela mencionou.