Autor de Datsuten Sakusen é Condenado a pagar 11 milhões de ienes por Abuso Contra ex-Aluna

Shouichi Yamamoto é um mangaka, ele começou a publicar seu mangá Datsuten Sakusen pela editora Shogakukan em 2015, em 2022 porém o mangá entrou em hiato, depois a Shogakukan anunciou que o mangá seria descontinuado devido a “um certo incidente envolvendo o autor”, mas não falaram o que foi.
Hoje sabemos, ele abusou de uma menor de idade.
O autor de Datsuten Sakusen foi condenado pelo Tribunal Distrital de Sapporo a pagar 11 milhões de ienes em indenização a uma ex-aluna que afirmou ter sofrido abusos sexuais durante o período em que estudava em uma escola particular de Hokkaido. A decisão foi divulgada no dia 20 e envolve fatos que teriam ocorrido quando a jovem ainda era menor de idade.

Segundo a sentença, a vítima, atualmente na casa dos 20 anos, entrou com uma ação judicial pedindo aproximadamente 19,8 milhões de ienes por danos morais contra o ex-professor e também contra a instituição de ensino. O tribunal, no entanto, entendeu que a responsabilidade civil recai exclusivamente sobre o docente, rejeitando o pedido de indenização contra a escola e fixando o valor de 11 milhões de ienes a ser pago pelo réu.
De acordo com a imprensa japonesa, o homem condenado é Shoichi Yamamoto, conhecido como criador do mangá Datsuten Sakusen. A obra foi serializada no aplicativo Manga One, da editora Shogakukan, e conquistou popularidade entre leitores de ficção científica e fantasia.

Conforme descrito no processo, a jovem tinha 15 anos quando começou a se aproximar do professor por meio das aulas que ele ministrava. Ainda segundo a decisão judicial, o relacionamento evoluiu para contatos físicos inadequados, incluindo beijos e toques. Aos 16 anos, ela relatou ter sido levada para um hotel fora do ambiente escolar, onde ocorreram relações sexuais.
Aos 16 anos, ela foi levada para um hotel fora da escola, onde ocorreu a relação sexual, e o relacionamento continuou depois disso. Yamamoto se comportava como um “pai” para ela, mas exigia atos sexuais sob o pretexto de “punição”, além de forçá-la repetidamente a comer seus excrementos, escrever “escrava” no corpo dela e tirar fotos, entre outros atos.
Na decisão, o tribunal destacou o desequilíbrio de poder existente na relação e considerou que a jovem sofreu danos significativos em razão da conduta do professor. Esse ponto foi determinante para a fixação da indenização.
As informações são do site titiby.
